“The World is not a Desktop.” Or: How Our Childhoods May Be The Key to Invisible Technology

(Looking for an English version? Just keep scrolling!)

Eu fiquei completamente encantado com o artigo de Mark Weiser – The World is not a Desktop.  Eu tenho que admitir, os conceitos apresentados nas suas palavras foram coisas que eu não tinha pensado.

A idéia da Tecnologia Invisível começa com o futuro: qual é a nossa visão da tecnologia do futuro? É certamente informada pelas sociedades fantásticas apresentadas em obras de ficção científica; filmes como Star Wars, Star Trek, e, mais recentemente, her, e séries de video game como Mass Effect, Deus Ex e Halo nos dão uma visão fascinante do potêncial do mundo da tecnologia. Na maioria desses mundos, a sociedade é cercada por dezenas de telas holográficas em todos os lugares que vão, IAs altamente avançadas são a norma, comandos de voz, rastreamento de movimento e dispositivos móveis são apenas alguns dos métodos de controle comum…a lista continua. Parece ótimo, não?

A view of the future from the Mass Effect series.

Mas se não for? Pois o conceito por trás da tecnologia invisível é um argumento contra esta visão idílica do nosso futuro. Esse futuro usaria tecnologia que é ainda mais obstrutiva e nos distrairia mas ainda em nossas vidas diárias, interfaces intermináveis ​​simultaneamente disputando nossa atenção: um futuro de tecnologia puramente visível.

Concordo com o Mike Weiser: tecnologia, como qualquer ferramenta adequada, deve ser o mais invisível possível, na medida em que deve ser o mais discreto possível. O usuário não deve precisar estar constantemente pensando sobre como utilizar a ferramenta. A ferramenta é apenas um meio para um fim, para uma tarefa, para uma experiência, até. Ela não é a própria experiência. Como o Mike Weiser coloca, “Eyeglasses are a good tool – you look at the world, not the eyeglasses.” (“Óculos são uma boa ferramenta – você olha para o mundo, não os óculos.”) Eventualmente, a interface entre a ferramenta e o usuário deve quase desaparecer e o usuário pode se conectar conscientemente com a experiência final, e não com a própria conexão.

Uma das minhas favoritas visões do futuro vem da série de filmes do Homem de Ferro. O Tony Stark é sempre cercado por HUDs (heads-up displays), seu parceiro de IA , e outras tecnologias futuristas de uma sociedade de um futuro próximo , e todas invenções suas. Parece fantástico, eu tenho que dizer (uma prova do grande talento por trás do CGI dos filmes), mas a idéia de tecnologia invisível me faz dar um passo atrás e repensar a minha visão de mídia digital: é isso que realmente queremos? Melhor: é isso o que realmente precisamos?

Holographic technology from the Iron Man movies.

A discussão de Mike Weiser sobre realidade virtual é um bom lugar para começa. VR é certamente uma tentativa de tornar a tecnologia invisível uma realidade. Junto com motion-tracking e controle com o corpo inteiro (full-body control), ela está tentando maximizar o uso de nossos corpos como a única conexão com a tecnologia. Mas o problema, como Weiser aponta, é que a adição de várias interfaces de usuário para atingir esse objetivo é um pouco contraditória na sua natureza. Quanto mais interfaces, mais vão estar distraindo a conexão, e quanto mais atenção é tomada da própria experiência.

A interação consciente está por trás do estado atual da tecnologia e da nossa visão para o seu futuro. Estou interessado em saber exatamente o qual é o potencial e a viabilidade da interação inconsciente que a tecnologia invisível mantém.

Uma fonte de inspiração é muito bem indicada por Mike Weiser, inspiração vivendo dentro de cada um de nós:

The clock, and the clockwork machine, are the metaphors of the past several hundred years of technology. Invisible technology needs a metaphor that reminds us of the value of invisibility, but does not make it visible. I propose childhood: playful, a building of foundations, constant learning, a bit mysterious and quickly forgotten by adults. Our computers should be like our childhood: an invisible foundation that is quickly forgotten but always with us, and effortlessly used throughout our lives.”

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 I was completely enthralled by Mark Weiser’s essay The World is not a Desktop. I have to admit, the concepts presented in his words were things I had not thought of.

The idea of Invisible Technology begins with the future: what is our vision of future technology? It is surely informed by the fantastical societies presented in science fiction works;  movies like Star Wars, Star Trek, and, more recently, her, and video game series like Mass Effect, Deus Ex and Halo give us a fascinating glimpse at what the world of technology holds. In most of these worlds, society is followed by dozens of holographic displays everywhere they go, highly-advanced AI is the norm, voice-commands, motion-tracking, mobile devices are just some of the common control methods..the list goes on.  Sounds great, doesn’t it?

But what if it isn’t? You see, the concept behind invisible technology makes a case against this idyllic vision of our future. That future would use technology that is even more distracting and obstructive in our daily lives, endless interfaces simultaneously vying for our attention: a future of purely Visible Technology.

I agree with Mike Weiser: technology, like any proper tool, should be as invisible as possible, in that it should be as unobtrusive as possible. The user should not have to be constantly thinking about how to use the tool. The tool is merely a means to an end; to a task, to an experience, even. It is not the experience itself. As Mike Weiser puts it, “Eyeglasses are a good tool – you look at the world, not the eyeglasses.” Eventually, the interface between the tool and the user should melt away and the user can consciously connect with the end experience, not the connection itself.

One of my favorite visions of the future is from the Iron Man movie series. Tony Stark is surrounded by heads-up displays, his AI partner, and other futuristic technology from a near-future society, all his inventions. It looks fantastic, I have to say (a testament to the great talent behind the films’ CGI), but the idea of invisible technology makes me take a step back and rethink my vision of digital media: is this what we really want? Better: is this what we really need

Mike Weiser’s discussion of virtual reality is good place to start. VR is certainly attempting to make invisible technology a reality. Along with motion-tracking and full-body control, it is trying to maximize the use of our bodies as the sole connection with technology. But the problem, as Weiser points out, is that the addition of multiple user interfaces to achieve this goal is a bit contradictory in nature. The more interfaces, the more distracting the connection, and the more attention is swept away from the experience itself.

Conscious interaction is behind the current state of technology and our vision for its future. I am interested in finding out exactly how much potential and viability the unconscious interaction of invisible technology holds.

One source of inspiration is beautifully stated by Mike Weiser, living within every one of us:

The clock, and the clockwork machine, are the metaphors of the past several hundred years of technology. Invisible technology needs a metaphor that reminds us of the value of invisibility, but does not make it visible. I propose childhood: playful, a building of foundations, constant learning, a bit mysterious and quickly forgotten by adults. Our computers should be like our childhood: an invisible foundation that is quickly forgotten but always with us, and effortlessly used throughout our lives.”

~Matt

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